Revista Interuniversitaria Pedagogía Social

martes, mayo 28, 2019

"El juego es una forma de explorar el mundo, de buscar y de encontrar. Traduce una actitud psicológica directamente vinculada a la imaginación y a la capacidad creadora, ya que pone a prueba nuestras aptitudes para la resolución de situaciones inesperadas, para la invención e instrumenta nuestra capacidad de establecer estrategias. Se sostiene en su devenir en la trama de relaciones que establecemos con otros sujetos y el entorno que nos rodea, posibilitando asi la experiencia vital del VÍNCULO".

Día Internacional del Juego 2019


sábado, mayo 04, 2019

I Edición del Diploma de Especialización “Animación Sociocultural y Desarrollo Comunitario





I Edición del Diploma de Especialización “Animación Sociocultural y Desarrollo Comunitario en Iberoamérica: intervención, gestión y evaluación para el cambio social”, que imparte la universidad Pablo de Olavide (UPO) en curso académico 2019/2020.

Si te gusta la Animación Sociocultural o la Recreación, si estás interesado/a en una metodología de trabajo participativa, si quieres conocer técnicas y dinámicas de grupo creativas e innovadoras, si te interesa el diseño de proyectos participativos, o si te interesa aproximarte al mundo de la empresa y las emociones para fortalecer el desarrollo comunitario… sin duda, éste es tu curso.


Tendrás la oportunidad de conocer y compartir con un grupo humano magnífico, empático, comprometido, cercano, resolutivo, y un equipo de profesionales apasionados de la ASC, que disfruta su trabajo y expertos en las asignaturas que te van a impartir, con experiencia teórica, pero, sobre todo, con muchísima práctica.

40 ECTS
9 meses
Inicio: 21 de octubre de 2019
Fin: 31 de julio de 2020

Lengua: castellana

Modalidad semipresencial (1 sesión presencial al mes desde enero a junio de 2020). Si eres de Uruguay o Brasil, tienes la posibilidad de tener sesiones presenciales en tu país, previa organización con el equipo docente.
Título Propio de la Universidad Pablo de Olavide (Sevilla, España)

PLAN DE ESTUDIOS



El Plan de Estudios del Diploma de Especialización se estructura de la forma siguiente:
TIPO DE MATERIA CRÉDITOS ECTS
Obligatoria  35
Trabajo Final  5

El programa solo se activará si se alcanza el número mínimo de matrículas establecido en cada caso.


Relación de materias

MÓDULO ASIGNATURA TIPO Nº CRÉDITOS



 FUNDAMENTACIÓN Y ÁMBITOS DE LA ANIMACIÓN SOCIOCULTURAL


 Fundamentos de la Animación Sociocultural: origen y contextualización  Obligatoria  2
 Educación Popular y la figura de Paulo Freire  Obligatoria  2
 Recreación, ocio y tiempo libre: una visión desde la internacionalización  Obligatoria  2
 Perfil profesional transnacional: arte, creatividad y emoción  Obligatoria  4,5
 Movimientos sociales, cambio y Desarrollo Social y Comunitario  Obligatoria  4,5
 Atención a la diversidad: inclusión y género  Obligatoria  2


 METODOLOGÍA, INNOVACIÓN E IMPACTO

 Programas y proyectos de ASC: los procesos participativos  Obligatoria  4,5
 Los grupos y las técnicas participativas para la ASC: arte y transformación  Obligatoria  4,5
 Evaluación de impacto: compromiso y transformación social  Obligatoria  4,5
 Dirección de entidades de ASC: innovación digital, atracción y promoción del talento  Obligatoria  4,5
 Trabajo Final  Trabajo Final  5



DOCENTES


Dña. Itahisa Pérez Pérez
Profesora de la Universidad Pablo de Olavide.

Dña. Juliana Pedreschi Rodrigues
Escuela de Artes, Ciencias y Humanidades de São Paulo y Presidenta Nodo RIA (Brasil).

D. Fabián Vilas Serna
Centro Recreándonos y Foro Permanente de Tiempo Libre y Recreación -Colectivo Latinoamericano .

RIA- Red Iberoamericana de Animaciòn Sociocultural
(Uruguay)

D. Antonio Alcántara
Universidad de Barcelona y Ateneu Popular 9 Barris (Barcelona, España).


Dña. Mª Rocío Cárdenas Rodríguez
Profesora de la Universidad Pablo de Olavide.

Dña. Belén López
Fundación 26 de Diciembre Mayores LGTBI y ANRIE_ASC (Madrid).

Dña. Raquel Díaz Morón
Ayuntamiento San Fernando de Henares y ANRIE_ASC (Madrid).

Dña. Anna Belén Fernández Viciana
Instituto Ribot i Serra (Sabadell). INS y Presidenta de la Coordinadora per a L´Animació Sociocultura de Catalunya (CASC_CAT) (Barcelona).



Dña. Pilar Figueras Torruella
Universidad Rovira i Virgili e INS F. Vidal y Barraquer (Tarragona).

D. Francisco Javier Corzán Ripol
Asociación de profesionales de la Animación Sociocultural de Aragón Redolar.

D. Ximo Valero
Director General de AUCA, Projectes Educatius, Abast Animació y ANRIE_ASC (Valencia, España).


Para información sobre inscripción, matrícula, pagos, becas, etc. Contactar a través del correo:
Área de Formación Permanente de la UPO
Tel: +34 954 348963 / +34 954 349066
Fax: +34 954 977352
formacionpermanente@upo.es

viernes, marzo 01, 2019

Rutger Bregman – Utopia para realistas: como construir um mundo melhor – Sextante, 2018 – 250 p.

Ladislau Dowbor
28 de fevereiro de 2019


O sucesso mundial do livro do Bregman se deve à forma prática e direta de tratar os nossos grandes dilemas. O que fazer com a desigualdade, com a jornada de trabalho, com as migrações, com o sistema financeiro que desarticula os processos econômicos, sociais e políticos. Enfim, vai direto para onde dói o calo e mostra como, no essencial, sabemos muito bem o que fazer, temos os meios, mas nos envolvemos desnecessariamente em inventar narrativas para evitar de mexer no absurdo que nos cerca. Eu tenho chamado isso de impotência institucional. Mas Bregman não apenas aponta os problemas chave e os rumos, como escreve de maneira prazerosa e direta. Em suma, é um ótimo livro, particularmente para os que se veem atolados em preconceitos e dramas ideológicos.
Pobreza, explica ele, é essencialmente falta de dinheiro. A solução não exige teorias particularmente sofisticadas: para resolver a pobreza, temos de dar dinheiro aos pobres. Considerando as bobagens escritas por tantos economistas, só esta brilhante análise e interessante solução mereceriam o chamado Nobel de economia. A verdade é que hoje já temos inúmeras experiências exitosas, aliás muito claramente descritas e sintetizadas no livro, mostrando que os pobres, ao receber um pouco de dinheiro e a segurança correspondente, não se encostam, não enchem a cara, não se afundam na droga. Pelo contrário, saem do desespero, recuperam a sua capacidade de pensar no próprio futuro, e passam a contribuir produtivamente para a sociedade de vez de custar. O cálculo simples de quanto custa a pobreza, e de quanto custa financiar a renda básica, mostra que não se trata de “dar dinheiro a quem não merece”, mas de um ótimo investimento social e econômico.(181) “Erradicar a pobreza nos Estados Unidos custaria apenas 175 bilhões de dólares, menos de 1% do PIB. ” (43)
Bregman mostra igualmente o imenso custo financeiro e burocrático de se montar amplas burocracias para vigiar cada programa de apoio aos pobres, privando eles de qualquer sentimento de iniciativa, do direito à suas opções, de que são donos e protagonistas das suas vidas. Em vez de burocracias, cobertas de argumentos de elevada natureza ética de que se trata de proteger os próprios pobres, trata-se de dar-lhes o que merecem, pois não são eles que geram a pobreza e a desigualdade. Naturalmente, com a fragilização generalizada não só do emprego formal, mas das relações de trabalho em geral, trata-se de simples bom senso: temos o dinheiro, formas práticas e controladas de transferência, o impacto humano e social é extremamente positivo, e o impacto econômico é de redução de custos (170). Precisa fazer um desenho, para os que acham que os pobres são “vagabundos”, ou, como disse Margareth Thatcher, pessoas “sem caráter”? A burrice, aqui, está no andar de cima.
“Formulários, entrevistas, checagens, apelos, avaliações, exames, consultas e depois mais formulários – todo pedido de assistência tem os próprios protocolos degradantes e desperdício de dinheiro…Isso não é uma guerra contra a pobreza: é uma guerra contra os pobres. ” Tudo isso baseado numa falácia: “A falácia de que a vida sem pobreza é um privilégio que só pode ser atingido com muito trabalho e não um direito que todos merecemos ter.” (86)
Bregman apoia a sua visão nas profundas mudanças tecnológicas, nas polarizações correspondentes e na fragilização do acesso à renda por meio do emprego. As soluções vão no sentido da redução da jornada de trabalho: “O objetivo de uma jornada de trabalho semanal mais curta não é apenas ficarmos em casa sem fazer nada, mas sim passarmos mais tempo fazendo as coisas que importam de verdade para nós. No fim, não são o mercado nem a tecnologia que decidem o que tem valor real, mas sim a sociedade. Se quisermos que este século torne todos nós mais ricos, então temos de nos livrar do dogma de que todo tipo de trabalho é significativo. E, enquanto isso, vamos também nos livrar da falácia de que um salário mais alto automaticamente reflete o valor social desse trabalho. Então poderemos compreender que, em termos de criação de valor não vale a pena, de fato, trabalhar em banco. ” (148)
A referência ao trabalho em bancos se apoia aqui nas análises de David Graeber, autor do influente estudo “Bullshit Jobs”. Os lixeiros, escreve Bregman, fazem um trabalho essencial para nós, mas “a dura realidade é que um número cada vez maior de pessoas tem empregos que não fazem muita falta à população. Se parassem de trabalhar de repente, o mundo não se tornaria mais pobre, mais feio ou pior em qualquer sentido. Como os operadores da bolsa em Wall Street, que forram seus bolsos às custas do fundo de pensão alheio. Ou advogados astutos que conseguem arrastar um processo corporativo até o fim dos dias. Ou mesmo o publicitário brilhante que cria o slogan do ano e provoca a falência dos competidores. Em vez de criarem riqueza, esses empregos, na maior parte, apenas a transferem de uns para outros…Embora os bancos hoje tenham se tornado muito grandes, a maior parte do que fazem é simplesmente mover riqueza ou até mesmo destruí-la. Em vez de fazer o bolo crescer, a expansão explosiva do setor bancário aumentou a fatia que serve a si mesmo. “(134)
Pesquisa recente estima que “37% dos trabalhadores britânicos acham que têm um trabalho inútil” (142). Em geral são os mais bem pagos. Se é por questão de merecimento, é tempo de invertermos o raciocínio. “Enquanto os políticos não param de discursar sobre a necessidade de reduzir a máquina do governo, permanecem em silêncio quanto ao número de empregos inúteis que continua a crescer.” Porque é que conseguimos nos convencer de que o mundo de burocratas inúteis que pagamos existem essencialmente no setor público? E a contabilidade defasada que constitui o PIB apresenta custos como produto: “O banqueiro que vende indiscriminadamente o máximo de hipotecas e derivativos para faturar milhões em bônus contribui mais para o PIB hoje do que uma escola repleta de professores ou uma fábrica de automóveis cheia de mecânicos…A ideia de que o PIB ainda serve como medida precisa do bem-estar social é um dos mitos mais disseminados do nosso tempo.”(94)
Encontramos pelo texto afora análises muito realistas sobre temas chave, em particular desbancando mitos. E com muito bom humor, como a constatação de que “francamente, quase não existe outro país no mundo em que o Sonho Americano seja mais difícil de se realizar do que nos Estados Unidos. ”(62) Mais do que tratar de utopia, na realidade, o livro sistematiza o óbvio, desbancando preconceitos ou falsas verdades. Uma ótima ferramenta de trabalho para todos nós, em termos de alternativas econômicas e sociais, e na realidade também boa literatura. Nada de economês. Acrescento que sobre cada um dos temas-chave que trata, Bregman traz excelentes fontes para as pesquisas originais que sustentam os argumentos.
Vale muito a pena também assistir alguns minutos de entrevistas do Bregman, que causaram impacto internacional. Em Davos, onde foi chamado na linha de “também ouvimos pessoas progressitas”, puseram ele numa reunião paralela sobre como ajudar os pobres. Em vez de se gabar com filantropia, disse ele em resumo, paguem os seus impostos. A sua fala, gravada em paralelo, gerou milhões de acessos. Com a repercussão internacional, a Fox, para mostrar espírito esportivo, o chamou para uma entrevista, dando lugar a um bate-boca extremamente divertido, também com grande impacto na internet, já que a Fox cortou, mas ele gravou. Francamente, com Rutger Bergman, temos um bom aliado. Que aliás não hesita em apresentar o outro lado: “De acordo com o escritor inglês Arthur Young (1741-1820), somente um idiota não sabe que as classes baixas devem ser mantidas pobres, do contrário elas nunca serão laboriosas” (63). Aqui algo que reflete em que século andam as nossas próprias ‘classes altas’.

Confira a entrevista de Bergman na FoxNews aqui:
https://www.theguardian.com/society/2019/feb/20/historian-who-confronted-davos-billionaires-leaks-tucker-carlson-rant
E, também, sua participação em Davos:
https://www.theguardian.com/business/video/2019/jan/30/this-is-not-rocket-science-rutger-bregman-tells-davos-to-talk-about-tax-video
PS: sobre os absurdos do PIB, veja http://dowbor.org/2019/02/dowbor-l-alem-do-pib-medir-o-que-importa-e-de-forma-compreensivel-2019-14p.html/

lunes, diciembre 03, 2018

Curso 2019


 Fechas:

Marzo:

Mièrcoles 13 y 20.
19: 30 a 22 hs.

Abril:

Mièrcoles 10 y 24 
19: 30 a 22 hs.

Sábado 6
10 a 16:30 hs.

Mayo:

Miércoles 8 y 22
 19: 30 a 22 hs.


Sábado 4
10 a 16:30 hs.

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GUÍA TEMÁTICA

Recreación. conceptos y corrientes continentales:
Actividades de Recreación, actividades recreativas, recreación educativa, recreación aplicada.

De como el Juego y el Jugar:
La potencia del juego en la construcción de tramas vinculares
El juego una herramienta técnica?
Y lo lúdico?

La Pedagogía del Acompañar:
Una forma de entender y pensar acertadamente la relación y el vínculo con otros en escenarios colectivos sociales, comunitarios, culturales y educativos.
Los tres criterios pedagógicos de la Recreación en clave de Acompañar.

Organización, planificación y Metodología para la Recreación:
Ciclo de Aprendizaje a través de la experiencia.
Proyecto- Programa de Recreación- qué tener en cuenta,  cómo planificar, organizar y desarrollar en colectivo.
Los  cuatro momentos: Logística, Estrategia, Táctica y la Técnica.
Metodología Sensible y las subjetividades en juego.

Ámbitos, encuadres y dispositivos:
Nociones de ámbito, los ámbitos en Recreación para los distintos abordajes.
Encuadres de trabajo- encuadres para la participación
Dispositivos colectivos y abiertos.

Staff docente:

Op. en Psicologìa social Lilián Toledo
D. P. Gustavo Elizalde
Ed. Popular gustavo Vilas
Recreador Fabián Vilas



Inscripciones e informes: centro.recreandonos@gmail.com

viernes, noviembre 30, 2018



Centro Recreándonos


Centro de Estudio y Promoción
del Juego, la Recreación, la Cultura y
el Trabajo Comunitario

1992-2019



Nuestra razón de ser.

Recreándonos es un colectivo dedicado a la promoción, el estudio y el desarrollo del tiempo libre,  la recreación, el juego y el trabajo comunitario.
Sus técnicos están formados en diversas áreas: Trabajo Social, Educación Popular, Deporte, Recreación,Educación Social y Psicología Social.

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Recreándonos forma parte del Foro Permanente de Tiempo Libre y Recreación.

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Sostiene acuerdos de cooperación e intercambio con las siguientes organizaciones:


El Instituto Superior de Tiempo Libre y Recreación (ISTLYR) Buenos Aires- Argentina,


Grupo de Estudio de Animación y Lazer (ANIMA) de Río de Janeiro- Brasil,


Grupo de Animadores del Colegio San Francisco de Asís- Montevideo- Uruguay

Asociación Cristiana de Jóvenes de Salto- Uruguay

Programa de Educación Popular- PEP- Uruguay

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Objetivos:
  • Colaborar con la resignificación del Tiempo libre, como un tiempo donde potenciar nuestro caudal creativo.

  • Propugnar porque la Recreación y el Juego sean contemplados por su importancia en las políticas sociales y educativas del Uruguay

  • Desarrollar acciones, actividades y programas que tengan que ver con la promoción de la Cultura,la Recreación, el Tiempo Libre y el Juego.

  • Promover la sensibilización de entidades públicas y privadas sobres las temáticas en cuestión.

  • Gestionar, Acompañar y Sostener procesos sociales desde espacios cotidianos como Centros Culturales,Juveniles, Infantiles, etc.  
  • Desarrollar acciones y actividades que promuevan y difundan la Convención de Derechos de los niños, las niñas y los adolescentes.



PROGRAMAS:


Encuentro Nacional de Recreación


Escuela Itinerante de Animación Social y Recreación


Capacitación en Campamentos e Instalaciones Campamentiles

Asesoramiento y Consultoría a equipos , organizaciones e instituciones.



Staff Permanente:



Educ. Popular Gustavo Vilas

D.P. Gustavo Elizalde

Socioanalista Fabián Vilas

Colaboradores:

Prof. Jorge Holovatuck- Argentina
Dr. Víctor Andrade de Melo- Brasil
 
Lic. Trabajo Social Rosario Vilas- Uruguay



Montevideo- Uruguay


centro.recreandonos@gmail.com

martes, septiembre 18, 2018



Pedagogía social en Iberoamérica. Fundamentos, Ámbitos y retos para la acción socioeducativa

 La obra  presenta algunos de los principales fundamentos, ámbitos y retos de la pedagogía social en Iberoamérica, y en Colombia particularmente, dirigidos desde una perspectiva interdisciplinar al sector académico, profesional e institucional que estudia o trabaja en campos sociales, educativos y de salud.

Pedagogía social en Iberoamérica. Fundamentos, Ámbitos y retos para la acción socioeducativa Autor: Francisco José del Pozo Serrano
Editorial: Universidad del Norte
Edición: Primera, 2018
Formato: Libro Rústica, 16.5x24 cm 247 páginas Peso: 0.420 Kg ISBN: 9789587419566 
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Índice




1. Pedagogía Social En Europa Y América Latina: Diálogos E Interacciones En El Marco De Lo Común

- Xavier Úcar Martínez

2. De La Pedagogía Social A La Educación Social Como Pasado Y Futuro

- José Antonio Caride

3. Interfaces Entre La Educación Popular De Paulo Freire Y La Pedagogía Social En El Contexto Brasileño

- Érico Ribas Machado

4. Educación Social Con "Jóvenes Sin Tiempo": De La Dificultad Social Y El Conflicto A La Inclusión En El Tránsito A La Vida Adulta

- Miguel Melendro-Estefanía

5. La Educación Social Y Sus Adversidades En La Privación De La Libertad

- Ires Aparecida Falcade

6. Educadores Y Educadoras Sociales En El Ámbito Escolar

- Asunción Manzanares Moya

Ii. Pedagogía Social Y Educación Social En Colombia: Vulnerabilidades, Comunidades Multiculturales Y Transformación Socioeducativa Para La Paz

7. Pedagogía Social Y Educación Social En Colombia: Una Nueva Cultura De Paz Para El Posconflicto

- Francisco José Del Pozo Serrano

- Ana Isabel Zolá Pacochá

8. Educación Para La Salud: Un Enfoque Socioeducativo Desde La Promoción

- Juana Borja González

9. Los Procesos De Protección De Niños, Niñas Y Adolescentes En Colombia: Aportes De La Pedagogía Social Y La Educación Social

- Teresita Bernal Romero

10. Colombia: Etnoeducación E Interculturalidad, La Importancia De Sistematizar

- Martha Lucía Izquierdo Barrera

11. Diseño De Actividades De Aprendizaje Virtuales Para Favorecer El Desarrollo De La Competencia Intercultural Del Profesorado

- Carmen Ricardo Barreto

- John Cano Barrio

Principales Retos

Pedagogía Social En Iberoamérica

domingo, septiembre 09, 2018

Guía Temática- Curso Recreación.







GUÍA TEMÁTICA

Recreación. conceptos y corrientes continentales:
Actividades de Recreación, actividades recreativas, recreación educativa, recreación aplicada.

De como el Juego y el Jugar:
La potencia del juego en la construcción de tramas vinculares
El juego una herramienta técnica?
Y lo lúdico?

La Pedagogía del Acompañar:
Una forma de entender y pensar acertadamente la relación y el vínculo con otros en escenarios colectivos sociales, comunitarios, culturales y educativos.
Los tres criterios pedagógicos de la Recreación en clave de Acompañar.

Organización, planificación y Metodología para la Recreación:
Ciclo de Aprendizaje a través de la experiencia.
Proyecto- Programa de Recreación- qué tener en cuenta,  cómo planificar, organizar y desarrollar en colectivo.
Los  cuatro momentos: Logística, Estrategia, Táctica y la Técnica.
Metodología Sensible y las subjetividades en juego.

Ámbitos, encuadres y dispositivos:
Nociones de ámbito, los ámbitos en Recreación para los distintos abordajes.
Encuadres de trabajo- encuadres para la participación
Dispositivos colectivos y abiertos.

Inscripciones e informes: centro.recreandonos@gmail.com

viernes, agosto 24, 2018





 
SETIEMBRE: Miércoles 26
OCTUBRE: Miércoles 3, 10 Y 17
de 19: 30 a 22: 30 hs.

DIRECCIÓN:
Maldonado 1162 esq. Gutierrez Ruiz


COSTO: $ u 1600

Descuentos para Estudiantes de las carreras y cursos de Recreación y afines
Consultar.

martes, julio 31, 2018

III Seminario Internacional Tiempos Educativos y Sociales. Educación y cultura del ocio en una sociedad de redes.

 


El Grupo de investigación en Pedagogía Social y Educación Ambiental (SEPA-interea) organiza el III Seminario Internacional Tiempos Educativos y Sociales. Educación y cultura del ocio en una sociedad de redes. Se celebrará en Santiago de Compostela los días 8 y 9 de noviembre, como actividad de cierre del proyecto de investigación I+D+i "Educar el ocio: realidades y perspectivas en clave intergeneracional, integral e inclusiva en una sociedad de redes (RETOS 2015, ref. EDU2015-65638-C6-1-R).